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	<title>Comentários para </title>
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	<description>Livre, corrente, sem margens</description>
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		<title>Comentário em A extin&#231;&#227;o das esp&#233;cies por juliana</title>
		<link>http://escritadagua.wordpress.com/2007/07/31/a-extino-das-espcies/#comment-14</link>
		<dc:creator>juliana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 18:47:01 +0000</pubDate>
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		<description>nada é pior do q isso ñ, é</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>nada é pior do q isso ñ, é</p>
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	<item>
		<title>Comentário em matança por Norah</title>
		<link>http://escritadagua.wordpress.com/2008/08/11/matanca/#comment-13</link>
		<dc:creator>Norah</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 21:39:51 +0000</pubDate>
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		<description>Do que li gostei,acho até que é um lugar comum, mais normal do que se deveria esperar.

Na verdade 40 anos são muitos anos e aí até um dia .

Esse o sonho nem sempre é realizado ou então a vida amaina com o avançar dos anos , mas aí o tempo passou e olhando para trás fica um fosso que a muito se tenta colmatar, nem sempre com exito.

Enfim é a vida dizem os demais....

Estava a pensar numa grande amiga.

Mulher lutadora ,  perseverante , amiga do seu amigo excelente mãe que, até quando por força desses maus tratos teve que deixar os seus meninos, o tempo passou e como diz o povo o tempo tudo cura, voltou a acreditar que a felicidade não lhe tinha fugido mas sim desarredado por uns tempos. 

Hoje , hoje é &quot;feliz&quot; , a mágoa vai levá-la consigo, mas valeu a pena.

Ele, esse ainda hoje tem um sorriso de cordeiro. 

Até sempre

Norah</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Do que li gostei,acho até que é um lugar comum, mais normal do que se deveria esperar.</p>
<p>Na verdade 40 anos são muitos anos e aí até um dia .</p>
<p>Esse o sonho nem sempre é realizado ou então a vida amaina com o avançar dos anos , mas aí o tempo passou e olhando para trás fica um fosso que a muito se tenta colmatar, nem sempre com exito.</p>
<p>Enfim é a vida dizem os demais&#8230;.</p>
<p>Estava a pensar numa grande amiga.</p>
<p>Mulher lutadora ,  perseverante , amiga do seu amigo excelente mãe que, até quando por força desses maus tratos teve que deixar os seus meninos, o tempo passou e como diz o povo o tempo tudo cura, voltou a acreditar que a felicidade não lhe tinha fugido mas sim desarredado por uns tempos. </p>
<p>Hoje , hoje é &#8220;feliz&#8221; , a mágoa vai levá-la consigo, mas valeu a pena.</p>
<p>Ele, esse ainda hoje tem um sorriso de cordeiro. </p>
<p>Até sempre</p>
<p>Norah</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Da arte de ferrar o cão por André Graeff Riczaneck</title>
		<link>http://escritadagua.wordpress.com/2007/07/20/da-arte-de-ferrar-o-co/#comment-12</link>
		<dc:creator>André Graeff Riczaneck</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 16:52:36 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Ferrar o Cão&quot;


                    Deste Brasil de Deus, além do Paraná, minha terra natal, e do Rio Grande do Sul que me viu crescer desde criança, para além dos limites desta Pátria amada, não vislumbro nos horizontes nenhuma cidade que fale tão fortemente ao meu coração quanto Lisboa...
                   A razão deste sentimento , com certeza, são as lições que a vida me mostrou, no curto tempo que lá passei. Entre tantas e tão variadas, existe uma que via sempre, todos os dias ao chegar no trabalho vindo da Rua dos Douradores onde morava, até a Rua Pereira Henriques nº38, no Poço do Bispo...
                   Era um singelo azulejo, fixado à uma das colunas que sustinham o telhado do prédio que abrigava a marcenaria, onde trabalhávamos. Sua singeleza porém, não desmentia a imensa sabedoria da expressão popular nêle inscrita: 
               &quot; Se aquí vens como amigo, entra, a casa é tua. Mas se vens ferrar o cão é melhor ficar na rua&quot;.
                 Sei que &quot;ferrar o cão&quot; significa enganar, levar ao engôdo, mas sempre que lia na frase do azulejo a entendia como sinônima de &quot;engatilhar&quot; uma arma, com efeitos presumivelmente negativos...
                É, enfim, a força abrangente da expressão popular a justificar um sem número de entendimentos não necessáriamente corretos, nem peremptóriamente errados.
               Desta forma quero deixar minhas cordiais saudações !!
                  André Graeff Riczaneck OAB/RS 52394</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ferrar o Cão&#8221;</p>
<p>                    Deste Brasil de Deus, além do Paraná, minha terra natal, e do Rio Grande do Sul que me viu crescer desde criança, para além dos limites desta Pátria amada, não vislumbro nos horizontes nenhuma cidade que fale tão fortemente ao meu coração quanto Lisboa&#8230;<br />
                   A razão deste sentimento , com certeza, são as lições que a vida me mostrou, no curto tempo que lá passei. Entre tantas e tão variadas, existe uma que via sempre, todos os dias ao chegar no trabalho vindo da Rua dos Douradores onde morava, até a Rua Pereira Henriques nº38, no Poço do Bispo&#8230;<br />
                   Era um singelo azulejo, fixado à uma das colunas que sustinham o telhado do prédio que abrigava a marcenaria, onde trabalhávamos. Sua singeleza porém, não desmentia a imensa sabedoria da expressão popular nêle inscrita:<br />
               &#8221; Se aquí vens como amigo, entra, a casa é tua. Mas se vens ferrar o cão é melhor ficar na rua&#8221;.<br />
                 Sei que &#8220;ferrar o cão&#8221; significa enganar, levar ao engôdo, mas sempre que lia na frase do azulejo a entendia como sinônima de &#8220;engatilhar&#8221; uma arma, com efeitos presumivelmente negativos&#8230;<br />
                É, enfim, a força abrangente da expressão popular a justificar um sem número de entendimentos não necessáriamente corretos, nem peremptóriamente errados.<br />
               Desta forma quero deixar minhas cordiais saudações !!<br />
                  André Graeff Riczaneck OAB/RS 52394</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Barbeiro d&#8217;aldeia por Manel</title>
		<link>http://escritadagua.wordpress.com/2008/01/20/barbeiro-daldeia/#comment-11</link>
		<dc:creator>Manel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 19:26:10 +0000</pubDate>
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		<description>Na aldeia da minha infância, vinha um barbeiro ambulante pelas tardes de sábado e Domingos de manhã.
Chamavam-lhe o Caga Lume. O seu nome de batismo ignoro-o eu, pois na aldeia todos têm uma alcunha.
Era baixote, já entradote na idade. Para uma criança qualquer pessoa mais velha que o pai é muito velho.
Não era do Escoural. Penso que seria ali dos lados da Fervença.
Por ali vinha e andava, de maleta feita de madeira onde guadava as poucas ferramentas do ofício, Ttcado uma corneta para anunciar a sua presença.
Um dia contarei uma estória que se passou comigo, quando pela primeira e única vez, o Caga Lume me fez uma tosquia.
Foi no Inverno.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na aldeia da minha infância, vinha um barbeiro ambulante pelas tardes de sábado e Domingos de manhã.<br />
Chamavam-lhe o Caga Lume. O seu nome de batismo ignoro-o eu, pois na aldeia todos têm uma alcunha.<br />
Era baixote, já entradote na idade. Para uma criança qualquer pessoa mais velha que o pai é muito velho.<br />
Não era do Escoural. Penso que seria ali dos lados da Fervença.<br />
Por ali vinha e andava, de maleta feita de madeira onde guadava as poucas ferramentas do ofício, Ttcado uma corneta para anunciar a sua presença.<br />
Um dia contarei uma estória que se passou comigo, quando pela primeira e única vez, o Caga Lume me fez uma tosquia.<br />
Foi no Inverno.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em O Carvalho por M. Araújo da Cunha</title>
		<link>http://escritadagua.wordpress.com/2007/11/29/o-carvalho-2/#comment-10</link>
		<dc:creator>M. Araújo da Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 09:33:25 +0000</pubDate>
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		<description>Caro amigo, agradeço a sua visita a Dourointeiro e as favoraveis considerações que lá deixou. Eu  continuo a afirmar que este seu trabalho mereçe edição. Eu já publiquei dois livros e muito em breve sairá o terceiro com os primeiros doze contos do blog. O conteúdo dos outros dois já publicados, está imediatamente a seguir a esses. Como vê o propósito é apenas a divulgação das coisas antigas o que julgo deve fazer tambem.
Deixo-lhe o meu abraço, desejos de que continue a escrever e, um bom natal

M. Araújo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo, agradeço a sua visita a Dourointeiro e as favoraveis considerações que lá deixou. Eu  continuo a afirmar que este seu trabalho mereçe edição. Eu já publiquei dois livros e muito em breve sairá o terceiro com os primeiros doze contos do blog. O conteúdo dos outros dois já publicados, está imediatamente a seguir a esses. Como vê o propósito é apenas a divulgação das coisas antigas o que julgo deve fazer tambem.<br />
Deixo-lhe o meu abraço, desejos de que continue a escrever e, um bom natal</p>
<p>M. Araújo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Infâncias d&#8217;aldeia por M. Araújo da Cunha</title>
		<link>http://escritadagua.wordpress.com/2007/08/22/infncias-daldeia/#comment-9</link>
		<dc:creator>M. Araújo da Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2007 10:13:43 +0000</pubDate>
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		<description>Cumprimentos.
Começo por dizer que gostei muito da leitura deste blog. Acho que há aqui matéria para um livro. Eu próprio escrevo sobre as vivências da ruralidade da nossa terra cheia de histórias que devem continuar a ser reveladas aos mais novos.
Parabéns pelos trabalhos

M. Araújo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cumprimentos.<br />
Começo por dizer que gostei muito da leitura deste blog. Acho que há aqui matéria para um livro. Eu próprio escrevo sobre as vivências da ruralidade da nossa terra cheia de histórias que devem continuar a ser reveladas aos mais novos.<br />
Parabéns pelos trabalhos</p>
<p>M. Araújo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Palavras de trazer por casa por Rascunhos</title>
		<link>http://escritadagua.wordpress.com/2007/07/25/palavras-de-trazer-por-casa/#comment-8</link>
		<dc:creator>Rascunhos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2007 09:41:37 +0000</pubDate>
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		<description>Vim até aqui ler o Sérgio e gostei. Até parece que desci ao quintal da minha mãe...

Cpts</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vim até aqui ler o Sérgio e gostei. Até parece que desci ao quintal da minha mãe&#8230;</p>
<p>Cpts</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Os autocarros de Canelas por André</title>
		<link>http://escritadagua.wordpress.com/2007/07/23/os-autocarros-de-canelas/#comment-7</link>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 00:40:12 +0000</pubDate>
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		<description>Veja só que belo artigo sobre o &lt;a href=&quot;http://www.jangadabrasil.com.br/setembro13/pa13090a.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;carro de boi no 
Brasil&lt;/a&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Veja só que belo artigo sobre o <a href="http://www.jangadabrasil.com.br/setembro13/pa13090a.htm" rel="nofollow">carro de boi no<br />
Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Os autocarros de Canelas por Abel Cunha</title>
		<link>http://escritadagua.wordpress.com/2007/07/23/os-autocarros-de-canelas/#comment-6</link>
		<dc:creator>Abel Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2007 12:47:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://escritadagua.wordpress.com/2007/07/23/os-autocarros-de-canelas/#comment-6</guid>
		<description>Pois nosso conterrâneo e amigo Filipe Beirão, fez hoje a sua estreia no Escrita d’água, com esta bela memória de infância, das férias, do contraste que um jovem citadino, encontrava quando arribado ao meio rural,  dos transportes públicos que a freguesia nunca teve, mas sempre existiram.

Hoje, os carros puxados a bois, são raros, coisa do passado. Não existirão meia dúzia. Deixaram a lembrança dos seu chiar, do - Hei boi! - gritado pelo lavrador quando as mansas bestas de força, abrandavam o seu passo.

Enfim, modos de vida que o inexorável progresso se encarregou de transformar. As ruas, ainda são as mesmas, os tempos são outros. A nossa gratidão ao Filipe por partilhar connosco memórias de um tempo passado</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois nosso conterrâneo e amigo Filipe Beirão, fez hoje a sua estreia no Escrita d’água, com esta bela memória de infância, das férias, do contraste que um jovem citadino, encontrava quando arribado ao meio rural,  dos transportes públicos que a freguesia nunca teve, mas sempre existiram.</p>
<p>Hoje, os carros puxados a bois, são raros, coisa do passado. Não existirão meia dúzia. Deixaram a lembrança dos seu chiar, do &#8211; Hei boi! &#8211; gritado pelo lavrador quando as mansas bestas de força, abrandavam o seu passo.</p>
<p>Enfim, modos de vida que o inexorável progresso se encarregou de transformar. As ruas, ainda são as mesmas, os tempos são outros. A nossa gratidão ao Filipe por partilhar connosco memórias de um tempo passado</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Da arte de ferrar o cão por André</title>
		<link>http://escritadagua.wordpress.com/2007/07/20/da-arte-de-ferrar-o-co/#comment-5</link>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2007 23:56:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://escritadagua.wordpress.com/2007/07/20/da-arte-de-ferrar-o-co/#comment-5</guid>
		<description>Tive que ler e reler com atenção para entender o significado do texto, mas depois compreendi (a expressão &quot;ferrar o cão&quot; não é usada no Brasil).

Nunes com certeza deu uma lição neles.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tive que ler e reler com atenção para entender o significado do texto, mas depois compreendi (a expressão &#8220;ferrar o cão&#8221; não é usada no Brasil).</p>
<p>Nunes com certeza deu uma lição neles.</p>
]]></content:encoded>
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