Porque de outra escrita não poderia ser. Aqui, no Concelho de Estarreja, mergulhamos as nossas raízes nas águas da Ria de Aveiro, nas do Rio Vouga ou do Antuã. A alma, essa vagueia nas proas coloridas dos moliceiros, entre a Torreira e a Costa Nova, nas memórias das festas e romarias, da apanha do moliço, dos dias maus e bons.
Do que guardamos, procuraremos deixar memórias da vida, como a vivemos por estes sítios marinhões.
Vi que o número de escribas aumentou. Boa sorte!